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A Importância do Planejamento Previdenciário

A Importância do Planejamento Previdenciário

Tenho mais de 45 anos e pouco INSS: ainda dá para me aposentar?

Essa é uma dúvida muito comum — e também uma das maiores causas de desistência precoce de quem acha que “perdeu o bonde” da aposentadoria.

A boa notícia é: em muitos casos, ainda dá sim para se aposentar, mesmo começando a contribuir mais tarde.

Se você tem 45 anos ou mais e pouco ou nenhum tempo de INSS, este conteúdo é para você.
Começar a contribuir agora ainda vale a pena?
Sim. E pode valer muito.

Ao se inscrever no INSS como contribuinte facultativo ou individual e pagar mensalmente sem atraso, é possível construir o tempo necessário para a aposentadoria por idade.

Um exemplo bastante comum é a contribuição no código 1473, com alíquota de 11% sobre o salário mínimo.

Atualmente, isso representa um valor mensal acessível, que permite:

Manter a qualidade de segurado
Contar o tempo para aposentadoria por idade
Garantir proteção previdenciária enquanto contribui
O que você garante enquanto contribui para o INSS?
Muita gente acredita que só vale a pena pagar INSS pensando na aposentadoria. Mas isso não é verdade.

Enquanto você está contribuindo regularmente, também passa a ter direito a benefícios importantes, como:

Auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), caso fique impossibilitado(a) de trabalhar
Pensão por morte, garantindo proteção financeira aos seus dependentes
Ou seja: o INSS não protege apenas o futuro — ele protege o presente também.

“Mas eu já perdi muito tempo…”
Essa é a objeção mais comum — e a mais perigosa.

Você realmente não pode mudar o tempo que já passou.
Mas pode decidir agora o que fará daqui para frente.

A aposentadoria não precisa ser um acaso. Ela pode (e deve) ser planejada, mesmo quando o início acontece depois dos 40 ou 45 anos.

O que muda tudo é:

O tipo correto de contribuição
A regularidade dos pagamentos
O planejamento adequado para o seu perfil
Planejamento previdenciário faz diferença
Antes de sair pagando qualquer guia, o ideal é analisar o seu caso específico:

Idade atual
Histórico de contribuições (mesmo que antigas ou esporádicas)
Objetivo de aposentadoria
Possibilidade de outras estratégias mais vantajosas
Em muitos casos, um erro no código ou na forma de contribuição pode gerar prejuízo lá na frente.

Conclusão: ainda dá tempo — mas não dá para improvisar
Se você tem mais de 45 anos e ainda não contribui ou contribuiu pouco para o INSS, o pior erro é não fazer nada.

Com orientação correta, é possível:

Programar uma aposentadoria por idade
Garantir proteção previdenciária imediata
Evitar erros que custam caro no futuro

Se você conhece alguém com mais de 45 anos que ainda acha que “já perdeu o bonde” da aposentadoria, compartilhe este conteúdo. Informação também é proteção.

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Dra. Ana Paula Volpert é advogada especialista em Direito Previdenciário e fundadora da Roca Volpert Advogados

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